Se muestran los artículos pertenecientes a Diciembre de 2006.

EL ORDEN CRIMINAL DEL MUNDO

20061208200254-cristina-castello-2.jpgEs un deber de la vida.
No quiero calcular cuantos niños mueren
en el tiempo que pongo mi vida en este email.
Cristina Castello
 
 
 
 
 
 
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08/12/2006 14:02 Autor: brasilinsolito. Enlace permanente. No hay comentarios. Comentar.

HA MUERTO PINOCHET, (a) El Innombrable

Ex-ditador chileno Augusto Pinochet morre aos 91 anos
da Folha Online

O ex-ditador chileno Augusto Pinochet morreu hoje, aos 91 anos, no Hospital Militar de Santiago. Pinochet havia sido internado às pressas na madrugada de domingo (3), após sofrer um ataque cardíaco.

Pinochet passou os últimos anos de sua vida morando em Santiago e enfrentando acusações de abusos aos direitos humanos e fraudes cometidos durante os 17 anos em que esteve no poder. Sob seu regime, mais de 3.000 pessoas foram mortas por sua polícia secreta.

Apesar das acusações, o ex-general não chegou a ir a julgamento, já que sua equipe de defesa sempre alegou que sua saúde é muito frágil para que ele enfrente o processo judicial.

Recentemente, quando completou 91 anos, Pinochet divulgou um comunicado afirmando que assume a "responsabilidade política" pelos atos cometidos durante seu regime, mas que a única razão para suas medidas era "fazer do Chile um grande país e evitar a desintegração".

"Perto do final dos meus dias, quero manifestar que não guardo rancor de ninguém, que amo a minha pátria acima de tudo, que assumo a responsabilidade política de tudo que aconteceu", afirmou o ex-ditador em mensagem lida por sua mulher, Lucía Hiriart.

A nota foi lida diante de 60 partidários que foram cumprimentá-lo por seu aniversário em sua mansão, situada no bairro de La Dehesa, em Santiago.

Pinochet enfrentava processos por crimes de violações dos direitos humanos, fraude ao fisco e uso de passaportes falsos no chamado Caso Riggs --aberto após a descoberta de contas secretas no exterior, nas quais ele acumulou fortuna de US$ 27 milhões, cuja origem não foi determinada.

Direitos humanos

Entre os processos relacionados a direitos humanos, figuram o desaparecimento de dissidentes em 1975, na chamada Operação Colombo, na qual Pinochet foi acusado de envolvimento no seqüestro de ao menos três dissidentes por serviços de segurança de seu governo.

O ex-ditador chegou a ser preso em diversas ocasiões em conexão com os crimes. Na segunda-feira passada (27), o juiz Víctor Montiglio ordenou a prisão domiciliar o ex-ditador como suposto responsável pelo seqüestro e homicídio de dois presos políticos em 1973, dentro do caso chamado "Caravana da Morte".

As duas vítimas da "Caravana", Wagner Salinas e Francisco Lara, eram membros da segurança do presidente socialista Salvador Allende, que se suicidou no palácio de La Moneda durante o golpe liderado por Pinochet em 11 de setembro de 1973.

Em 2006, o general Manuel Contreras, que chefiava a Dina [polícia secreta chilena] sob o regime de Pinochet, testemunhou ao juiz Claudio Pavez que Pinochet e seu filho, Marco Antonio, estariam envolvidos na produção clandestina de armas químicas e biológicas e no tráfico de cocaína. As acusações estão sendo investigadas pela Justiça chilena.
10/12/2006 15:31 Autor: brasilinsolito. Enlace permanente. No hay comentarios. Comentar.

Em nome daqueles que morreram em La Moneda bombardeado

Com cópia a meu compa e irmão chileno, Máximo Kinast, que hoje vive em Lima
Coube-me, não sei se por destino ou por viver de um modo, digamos, bastante alternativo, morar no Chile. Presidia esse lindo país Patrício Alwyn. Corria o início da década de 90. Fiquei por lá quase três anos, casei-me e tenho um filho chileno.
Foi por essa época que o general e seus canalhas resolveram que seria, dali em diante um senador vitalício...
Nessa época, embora o presidente fosse um civil eleito democraticamente, quem ainda mandava, desmandava e na verdade mantinha o poder eram ainda os militares. Pinochet, do alto de sua arrogância e prepotência, ainda detinha o poder de encarcerar e oprimir. Lembro-me da cidade de Santiago, a mais linda e cuidada cidade que conheci, com o trânsito parado, cheio de pomposos e mal-educados batedores em super-motocicletas, para que Pinochet, dentro de suas reluzentes Mercedes, pudesse passear pelo que considerava seu quintal, seu feudo.
Lembro-me da primeira vez que entrei no Estádio Nacional, onde centenas de lutadores (e não lutadores) morreram nos dias seguintes ao golpe. Um misto de náusea, medo e terror chegou a me invadir. Difícil não tomar a decisão de dar meia volta. Difícil não lembrar do assassinato de Victor Jara.
Em nome daqueles que, depois de mortos, foram atirados no Mapocho
Em nome daqueles que morreram em La Moneda bombardeado
Em nome daqueles que foram traídos pelo general
Em nome dos que nos anos seguintes tiveram seus corpos feridos, suas almas marcadas, seus futuros comprometidos
Em nome daqueles que tiveram de abandonar sua pátria, ocupada por uma matilha de cães ferozes que vestiam fardas
Em nome de meu filho chileno, que agora vê sua terra livre do assassino Pinochet
Em nome de meus amigos Victor e sua esposa, de Máximo, de Jaime (o inesquecível "J"....), de Fernando, de Ángela, de Carmen (todos que passaram pelo exílio forçado) e tantos outros que sofreram na carne e nos nervos a fúria de um demente impune que ordenou que em suas prisões, centros clandestinos de internação e campos de concentração se matasse, se torturasse, se estuprasse e se destruísse vidas de verdadeiros lutadores populares. Quanta violência e quanto sangue amigo rolou por esse nosso continente.
Enfim morreu o ditador!
Em Santiago, nesse momento, a multidão toma conta da Plaza de Armas e da Alameda em festa. São chilenos, povo irmão, que transformarão o 10 de dezembro numa data histórica e ser comemorada e lembrada enquanto a humanidade insistir em produzir monstros. Uma pena esse decrépito morrer impune.
É certo que não devemos, nós que celebramos a vida, comemorar a morte. Mas há exceções...
Saludos
Zanini H.
10/12/2006 16:13 Autor: brasilinsolito. Enlace permanente. No hay comentarios. Comentar.

EN 2007 SERÁ DE CONOCIMIENTO PÚBLICO 'LA CAÍDA DEL IMPERIO'

Nota de Máximo Kinast: Ya nadie (minimamente enterado) duda de que el dolar no vale ni la centésima parte de lo que dicen esos papeles verdes. Lo vengo diciendo y explicando desde hace varios años. Ahora empezare a dar 'recetas' para que puedas enfrentar 'La Caida del Imperio' y no hundirte con sus restos. Mi primera sugerencia es que difundas este blog y http://economiaconmaximo.blogia.com, a ver si me dan un doctorado honoris causa por anticiparme a los acontecimientos, cuando todos los economistas 'con cartón' decían lo contrario.

BAJO LA LUPA

Por Alfredo Jalife-Rahme

"Desdolarización" del Mercosur

Visita fútil de Paulson y Bernanke a China

Se acentúa la desglobalización en todos los rincones del planeta, incluido EU, la principal potencia de la globalización financiera.

Hasta Stephen Roach , jefe de economistas de Morgan Stanley, imprime reversa a su optimismo sobre la irreversibilidad de la globalización y ahora se coloca acrobáticamente entre la "transición de la globalización" y la franca "localización" (Foro Económico Global;12 y 16.12.06), como nuevos sucedáneos de la reacción pendular tanto de los empleados y obreros (los grandes perdedores del modelo neoliberal global) como de los políticos del G-7 obligados por los electores ultrajados a rectificar la "desregulación" (la ausencia de todo control y supervisión de los gobiernos) de la plutocracia oligopólica.

La "desdolarización" del Mercosur, totalmente escamoteada por los mendaces multimedia israelí-anglosajones, va en el sentido de la desglobalización cuyas reverberaciones han alcanzado a Sudamérica, donde, en particular, sus dos gigantes Brasil y Argentina no solamente se quitaron los grilletes de las funestas "condicionalidades" del FMI y el Banco Mundial, sino que, mejor aún, han emprendido la odisea para conquistar su libertad financiera mediante la 'desdolarización'  (AOL;15.12.06) con el fin ulterior de adoptar una divisa común, en imitación a la exitosa Unión Europea y su euro triunfal.

En los albores del siglo XXI, nadie desea imitar el cataclismo estrepitoso del TLCAN neoliberal de la dupla Daddy Bush-Salinas que se empecina en aplicar en forma insensata el neopinochetista "Felipe El Breve", quien será arrastrado al basurero de la historia por los oleajes irreversibles e incontenibles de la nueva dinámica universal antineoliberal.

La "desdolarización" del Mercosur, que exhibe una correcta lectura del zeitgeist ("el espíritu de los tiempos"), constituye una medida de relevante estrategia cuando el dólar sufre severos embates en el mundo, mientras los principales bancos centrales de China, Rusia, India y los países de la OPEP empiezan a desprenderse de sus tenencias en dólares para sustituirlas con otras divisas menos endebles(v.g el euro) y el oro.

Que las tres principales empresas globales sean petroleras (dos estatales, la saudita Aramco y la rusa Gazprom; y una trasnacional Exxon-Mobil) demuestra que vivimos el auge de la "era del oro negro" y el declive del dólar.

La OPEP ha empezado a deshacerse en forma gradual del inservible dólar, una verdadera divisa-chatarra. Según el BIP, el "banco central de los bancos centrales", la tenencia en dólares de la OPEP de 11 miembros, que pronto enriquecerá su membresía con el retorno de Ecuador y el ingreso de Angola, se encuentra en su nivel más bajo en los recientes dos años, mientras incrementa su posesión en euros (Money News; 16.12.06).

Rusia y China han seguido la misma pauta, e Irán, golpeada por el embargo financiero de EU que ha movilizado a la banca anglosajona y suiza contra la teocracia chiíta, ha respondido con la sustitución del dólar por el euro (AFP;18.12.06).

Como signos premonitorios de la próxima caída bursátil, se han acelerado la alzas insolentes e insolventes de los mercados de valores en EU, alentados en forma artificial por las nuevas IPO's (Initial Public Offerings: "Ofertas Públicas Iniciales"), las compras subrepticias del "Equipo de Protección de Clavados" (ver Bajo la Lupa; 8.11.06), las frenéticas supercherías especulativas de los ominosos hedge funds ("fondos de cobertura de riesgos"), y las megafusiones (Mergers and Acquisitions) que arrojaron este año unos azorantes US$3.5 trillones (en anglosajón), según The Financial Times (18.12.06)

Otra señal premonitoria la constituye el inicio de persecución muy selectiva por las inexistentes entidades "regulatorias (sic)" de EU, como es el montaje mercadológico y populachero de la grave acusación contra tres anteriores directivos de Fannie Mae (la paraestatal de bienes raíces creadora de una de las mayores burbujas de la historia) de haber "manipulado las ganancias" y "haber infringido las reglas contables" (Market Watch;18.12.06), como si fuera novedad después del "síndrome Enron" añejo de seis años.

En forma sorprendente, el reciente fin de semana todo el gabinete económico de Baby Bush, encabezado por Henry "Hank" Paulson, secretario del Tesoro, y Ben Shalom Bernanke (alias "helicóptero"), gobernador de la Reserva Federal, se trasladó a China para entablar un "diálogo económico estratégico (sic)", lo cual delata las fricciones surgidas por el colapso del dólar y la revaluación del yuan.

Peter Schiff desmonta el "peregrinaje" a China: "en forma irónica, la misma semana que Paulson y Bernanke trataban de convencer a los chinos que siguiesen comprando dólares, Alan Greenspan nos convencía de lo contrario. El anterior gobernador de la Reserva Federal, Paul Volcker, vaticinó que el reciente desliz (sic) del dólar continuará por varios años y previno que sería una locura conservar todo su dinero en una sola divisa" (La aventura nada excelente de Ben y Hank; Kitco.com;15.12.06).

Las autoridades chinas dejaron entrever a la importante delegación de EU que no iban a esperar con los brazos cruzados el desplome del dólar y estaban dispuestas a desprenderse de más de un trillón (en anglosajón) de dólares en reservas, el primer lugar planetario (antes de Japón y Rusia), para convertirlas en euro, oro y plata (HalTurnerShow .com;15.12.06).

Pareciera que las autoridades chinas siguen los consejos añejos de Bajo la Lupa (17 y 27 octubre de 2004).

Los chinos perdieron su "fe" en el dólar debido a tres razones: 1. el cese de la publicación del M3 por la Reserva Federal (la "imprenta invisible"); 2. la reciente devaluación del dólar en 30 por ciento ocasionó pérdidas a China por US$300 mil millones por continuar con su tenencia; y 3. EU no ha mostrado voluntad ni plan creíble para reducir sus déficit gemelos (de cuenta corriente y fiscal), ni la más mínima habilidad para pagar su enorme deuda, que según la Oficina de Contabilidad de EU (15.12.06) arroja unos impactantes US$170 mil por cada estadunidense y/o US$440 mil por cada "hogar". ¿Todavía alguien informado duda que EU está quebrado?

Se reporta que Bernanke salió "pálido y diaforético" de su reunión y The Washington Post (14.12.06) confirma que se generó un "choque de divisas".

Como tampoco es tan sencillo despojarse de un trillón de dólares, lo cual llevaría a la quiebra del sistema financiero global, en EU saben que China optará por dilapidar sus inermes y enormes reservas en oro, plata y rhodium, así como en material militar, como barcos y aviones (The Washington Post;16.12.06), lo que ha puesto en ascuas al Pentágono que estima que China ­con la única planta que manufactura partes indispensables de los instrumentos para dotar el sistema misilístico guiado de EU­ estaría dispuesta a dilapidar su trillón de dólares con tal de arrodillar y hacer perder la guerra en el papel a EU "sin haber disparado un solo tiro" en el más depurado estilo de Sun Tzu,el genial estratega del siglo 5 A.C. ¿Tan barato sale arrodillar a EU?

Fuente:

www.jornada.unam.mx/2006/12/20/index.php?section=opinion&article=020o1pol

Cortesía de Marzha Navarro

22/12/2006 12:52 Autor: brasilinsolito. Enlace permanente. No hay comentarios. Comentar.


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