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AMNESTY INSTA AL GOBIERNO DE BRASIL A PONER FIN A LA VIOLENCIA


Comunicado de prensa
06 de marzo de 2007

La secretaria general de Amnistía Internacional, Irene Khan, ha instado hoy al presidente brasileño Luiz Inácio Lula da Silva a trabajar en colaboración con los gobernadores de São Paulo (José Serra) y de Río de Janeiro (Sérgio Cabral), recientemente elegidos, para aplicar las medidas de reforma que tanto se necesitan en el ámbito de la seguridad pública a fin de abordar las raíces de la violencia en Brasil.
Desde la violencia criminal extrema que devasta las ciudades brasileñas hasta el aumento del número de grupos parapoliciales que cubren el vacío dejado por las autoridades, poco o nada se ha hecho para resolver la discriminación social, la corrupción y las violaciones de derechos humanos que están en el centro del sistema de seguridad pública del país, ha dicho Irene Khan.
La violencia urbana no sólo le cuesta al país decenas de miles de vidas jóvenes cada año, sino que además condena a millones de personas a mayores niveles de pobreza. La violencia es uno de los principales obstáculos para conseguir la verdadera inclusión que el presidente Lula prometió en su reciente discurso de investidura, ha declarado Khan.
Brasil vivió uno de los peores episodios de violencia criminal de su historia cuando bandas de narcotraficantes y bandas de delincuentes organizaron ataques violentos contra civiles y policías en mayo del pasado año en el estado de São Paulo y posteriormente en diciembre en Río de Janeiro. Estos ataques fueron condenados en su momento de manera firme e inequívoca por Amnistía Internacional. Sin embargo, no cabe duda de que los fallos a la hora de abordar problemas básicos de un sistema de justicia penal moribundo han contribuido directamente a las condiciones que desembocaron en estos ataques.
Amnistía Internacional también ha puesto de relieve que anteriores gobiernos estatales se han basado en políticas reactivas y represivas cuyo efecto ha sido devastador sobre las comunidades más pobres, aumentando la vulnerabilidad de agentes de policía y exacerbando la violencia en las ciudades.
En febrero, la policía del estado de Río de Janeiro y miembros del cuerpo de élite Fuerza Nacional de Seguridad realizaron su primera operación conjunta al ocupar las favelas del Complexo do Alemão. Al menos seis personas, varias de ellas transeúntes, murieron durante la operación, en la que se utilizó un vehículo acorazado llamado caveirão. Después de tres días de batalla armada, la policía se retiró, afirmando haber capturado un rifle y una granada.
En São Paulo, la parálisis que atenazó a la ciudad tras la oleada de ataques criminales fue seguida por un episodio de violencia similar perpetrada por funcionarios encargados de hacer cumplir la ley. Sigue siendo motivo de honda preocupación la conducta de la policía tras los actos de violencia, así como el efecto del delito organizado dentro del sistema penitenciario y en la periferia de São Paulo.
También en Río, el aumento de las actividades de las milicias ¾grupos parapoliciales formados por agentes de policía fuera de servicio que controlan las favelas con una mezcla de fuerza militar, intimidación y extorsión¾ es un fenómeno muy preocupante, síntoma del vacío dejado por las autoridades estatales durante muchos años. Los narcotraficantes desplazados se disputan ahora estos vecindarios, lo que presagia una etapa de mayor violencia aún para la ciudad en 2007.
Para erradicar la violencia criminal y policial de los centros urbanos de Brasil, es preciso ocuparse urgentemente de la seguridad pública en el sentido más amplio posible del término. Sólo a través de políticas inclusivas de sanidad, salud, educación y profesionalización de la actuación policial, encaminadas a integrar zonas que se han desprendido de la órbita estatal se podrán conseguir avances a largo plazo.
Amnistía Internacional ha escrito al presidente Lula y a los gobernadores Cabral y Serra expresándoles su preocupación por la situación de los derechos humanos en Brasil. La organización espera iniciar así un diálogo sobre la protección y la promoción de los derechos humanos para todos los brasileños.
MULHERES DA VIA CAMPESINA
Distribuido por REDH
| Mulheres da Via Campesina. Entrevista com integrantes do movimento | | | |
A Jornada Nacional da Luta das Mulheres Via Campesina, realizada durante a semana da mulher, começou ontem com quatro ocupações de terras no Rio Grande do Sul. As áreas da Aracruz (Santana do Livramento), da Votorantim (Candiota), da Stora Enzo (São Francisco de Assis) e da Boise (Eldorado do Sul) receberam as mulheres que lutam contra o "deserto verde" que se alastra pelo Estado, impedindo a reforma agrária e o desenvolvimento dos pequenos proprietários. A IHU On Line conversou com duas participantes do movimento. Elisabete Witzel estava em Porto Alegre quando nos atendeu. Ela é responsável pelo atendimento à imprensa nos assuntos relacionados à Via Campesina. Já Maria Aparecida Silveira estava participando de uma Assembléia em Santana do Livramento quando concedeu a entrevista.
No início da tarde, o grupo que ocupou as áreas da Aracruz, em Santana do Livramento, foi despejado pelos Policiais Militares. As mulheres e as crianças não puderam almoçar e sairam do local com chuva.
Em São Francisco de Assis, as mulheres deixaram as terras da Stora Enso e se deslocaram para Santa Maria, a fim de prestar suas homenagens a Dom Ivo Lorscheiter, que faleceu na segunda-feira.
Confira as entrevistas.
IHU On Line - Fale sobre essa manifestação que as mulheres da Via Campesina organizaram e que começou hoje com a ocupação dessas quatro áreas?
Elisabete Witzel - A mobilização das mulheres do Rio Grande do Sul faz parte de uma mobilização nacional de luta das mulheres da Via Campesina que, nesse ano, tem como objetivo central mobilizar a sociedade na Luta pela Soberania Alimentar, Contra o Agronegócio. Nesse sentido, as mulheres da Via Campesina ocuparam a área de empresas que estão espalhando o deserto verde no Estado para denunciar que o agronegócio está impedindo a Reforma Agrária, inviabilizando a agricultura camponesa e provocando grandes prejuízos tanto para a biodiversidade do solo e clima quanto para a sociedade gaúcha.
IHU On Line - Porque essas quatro empresas, em particular, foram denunciadas?
Elisabete Witzel - Porque elas são as quatro empresas transnacionais que têm como certo o lucro a partir da matéria prima da celulose, plantando grandes extensões de monocultivo de eucalipto e pínus. Isso tem acabado com a biodiversidade do pampa gaúcho, principalmente. Este fato tem prejudicado principalmente as mulheres que vivem no campo, com os projetos do agronegócio.
IHU On Line - Que conseqüências o alastramento do “deserto verde” pode ter para a sociedade em geral?
Elisabete Witzel - Para a sociedade, o deserto verde diminui, por fazer o monocultivo de uma planta homogênea, a água e aumenta o aquecimento global. Tanto quem vive no campo como quem vive na cidade já sente os efeitos dessas conseqüências. Não sei se você sabe, mas um pé de eucalipto consume 30 litros de água por dia, depois do seu terceiro ano de plantação. Isso significa que em um hectare são plantados 2.500 pés de eucalipto, ou seja, 75 mil litros de água consumidos diariamente. E a chuva que vem para o nosso Estado já não é suficiente para suprir essa necessidade das plantas e dos humanos. Outra questão é a desertificação do solo, pois a água acaba indo embora e a seca diminui muito a produção dos alimentos e a vida dos animais. É importante lembrar também que nenhuma outra planta sobrevive próximo ao pé de eucalipto. O escritor uruguaio, Eduardo Galeano, chama isso de “bosques de silêncio”.
IHU On Line - Por quê a Via Campesina entende que as mulheres são as maiores prejudicadas com essas grandes empresas restringem tanta terra para as monoculturas?
Elisabete Witzel - Porque é a mulher que trabalha nas pequenas propriedades. Ela é a figura mais importante na produção de alimentos em pequenas propriedades. Quando a silvicultura expulsa os agricultores da terra e destrói as famílias, é a mulher quem mais sai perdendo. Além disso, os poucos empregos gerados com o plantio de eucaliptos e pínus é dado apenas aos homens, prejudicando ainda mais as condições de vida da mulher.
IHU On Line - Qual é a principal motivação para estas ocupações?
Maria Aparecida Silveira - Nós estamos aqui, em Santana do Livramento, na Fazenda Tarumã, onde a Stora Enso tem uma grande plantação de celulose. É uma fazenda de mais de dois mil hectares e nosso objetivo central é discutir com a sociedade a soberania alimentar contra o agronegócio, principalmente nessa ampliação, na metade sul, do “deserto verde”. Nós queremos terra para produzir alimentos e não para gerar lucros para empresas transnacionais e outras terceiras, como laranjas.
IHU On Line - Quais são motivações que levaram vocês a escolherem o lema dessas manifestações?
Maria Aparecida Silveira - É porque nós defendemos a vida, as sementes, o alimento e essa monocultura que está sendo implantada está inviabilizando a reforma agrária e excluindo as mulheres, principalmente as camponesas, pois nessas atividades não há trabalho para a mulher.
IHU On Line - O que vocês reivindicam para que essas mulheres não sejam mais prejudicadas?
Maria Aparecida Silveira – Primeiramente, que o dia 8 de março seja lembrado não como um dia de elogios, mas sim como um dia de luta pelos direitos das mulheres. E nós sabemos que, no agronegócio, as mulheres são as mais excluídas dentro da agricultura. Só queremos produzir para o consumo de nossas famílias e, no máximo, para os mercados locais. Nós não produzimos para exportação. Sabemos que 95% do cultivo de celulose é para exportação e não gera nem tributos. Nós queremos terra para produzir alimentos, porque nos preocupamos com o futuro da humanidade.
Enlace esta página: http://www.redh.org/content/view/1035/30/

EL GENOCIDA PASA POR BRASIL

EL GENOCIDA LLEGA A BRASIL
http://www.colectivoavanzar.org
http://www.chile-mir.org
La policía de Lula reacciona
contra su pueblo
Date: Thu, 8 Mar 2007 20:55:54 -0300
La policía de Sao Paulo, la policía de Lula facho, ataca a brasileños que protestaban contra la llegada del terrorista Bush a Sao Paulo. Docenas de bombas, seis heridos y violencia callejera son el resultado de las protestas populares contra la llegada del genocida a Sao Paulo.

Luiz Inacio Lula reafirma su posición neoliberal y arrodillada a los intereses yanquis. Y envía su policía para masacrar a los que protestan en contra la entrega del territorio para la producción de alcohol para matar el hambre de tanque de combustibles mientras en Brasil se muere de hambre, de arroz y porotos.
La policía de Lula utilizo balas de goma, lacrimógenas, de efectos morales y cuatro de nuestros compas están detenidos . Este es el Brasil de Lula e del PT.
Brasil arde. Malditos neoliberales, no saben de lo que somos capaces.
Saludos
Zanini H.
EL GENOCIDA SE VA DE BRASIL
FOTOS DE ZANINI: EL OTRO BRASIL
http://www.flickr.com/photos/zanini/page3/
Visítalas y deja tu comentario en el otro Brasil, el verdadero.
Maximo Kinast
IV Fórim internacional sobre o Haiti - São Paulo
Desvendar o Haiti, por meio de sua história, cultura e atual situação política, além de analisar o papel da MINUSTAH (Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti), é o objetivo do IV Fórum Internacional Sobre o Haiti, que acontece no campos da PUC (Pontifícia Universidade Católica) de São Paulo em Perdizes.
Um grande ciclo de debates e palestras com intelectuais, políticos, jornalistas e articuladores haitianos, brasileiros e de diversos países que compõem organizações em favor da soberania haitiana será combinado com mostras da arte haitiana, de fotografias do país, artesanatos, filmes, documentários, intervenções multimídias, expressões midiáticas interdisciplinares, interinstitucionais e internacionais. Por isso mesmo, todas as mesas de debates serão precedidas de intervenções midiáticas referentes aos temas abordados.
A idéia do HAITIANDO AQUI é que, em meio aos tortuosos caminhos entre África e América, o Haiti possa ser visto como um marco do sincretismo religioso e da resistência popular à lógica perversa do capital e dos jogos políticos internacionais.
As mostras de fotografias, arte e multimídia serão abertas ao público em tempo integral. Já o ciclo de debates segue uma programação em dias intercalados.
Para maiores informações sobre o evento:
Prof. Adílson José Gonçalves: adilson_joseg@uol.com.br , adilson.joseg@terra.com.br
tel: (11) 3532-4460
Brígida Rodrigues: brigidarodrigues@yahoo.com.br / tel: (11) 8116-1429
Paula Skromov: skromy@gmail.com / tel: (11) 8468-0416
A PROGRAMAÇÃO:
• Mostra multimídia “HAITIANDO AQUI”: Arte, cultura e cotidiano
- Local: saguão da Biblioteca Nadir Kfouri
- Duração: permanente durante o período de 12 a 31 de Março
Exposições que intercalam fotografias, pinturas, artesanato, elementos da cultura material, hábitos e perspectivas alimentares, com comida típica, personagens em forma de bonecos em tamanho natural com trajes típicos, intervenção em videoclipes sobre arte e história haitianas e presença militar no Haiti.
• Mostra de cinema haitiano e sobre o aiti: Um outro Haiti é possível
- Local: Áudiovisual da PUC
- (12 a 23 de março: manhã e tarde)
• Documentários
- The Agronomist
- Haiti: Soberania e Dignidade.
- O Dia em que o Brasil esteve aqui (Caíto Ortiz, 2004)
- Haiti, Mon Rêve, Mon Amour (Claude Saint-Rome, 1999)
- Filmes feitos por viajantes, equipes de solidariedade, jornalistas internacionais e integrantes do Comitê Pró Haiti Brasil
• Ciclo de Cinema Político e Latino-americano
- A Última Ceia (Tomás Gutierrez Alea, Cuba, 1976)
- Memórias do Subdesenvolvimento (Tomás Gutierrez Alea, Cuba, 1968)
- Queimada (Gillo Pontecorvo, 1971)
CICLO DE DEBATES HAITIANDO AQUI
Haiti: a luta de um povo e a solidariedade internacional
Ciclo de debates sobre as questões sociais, políticas e culturais do Haiti, buscando enfatizar sua historia, as lutas, as buscas, a resistência e os embargos internacionais, apontando para a solidariedade, o interdisciplinar e o interinstitucional na abordagem dos seus grandes temas.
As mesas serão compostas por especialistas brasileiros e internacionais, por um representante da PUC-SP e por um integrante do Comitê Pro Haiti Brasil. Não serão articuladas em uma semana, mas em duas, para que não se crie problemas para o bom desempenho do semestre letivo e possibilite a participação de um número significativo de interessados pelos temas. Objetiva-se como público alvo a comunidade universitária, a mídia, e os movimentos sociais, organizados ou não, além da escola pública.
12/03/2007
• O significado do IV Fórum Internacional sobre o Haiti HAITIANDO AQUI para a PUC de São Paulo (sala 333)
- Prof. Dr. Adilson José Gonçalves (Historiador, crítico de arte e coordenador do Núcleo Thesis de Memória, Mídia e Cultura e integrante da PUC- SP, professor do Departamento de História, membro do Conselho editorial da revista “Projeto História”, do Programa de Pós Graduação de História e integrante da Associação dos Educadores Populares da América Latina e do Caribe)
- Profa. Dra. Bader Sawaia (Vice-Reitora Acadêmica da PUC-SP)
- Firto Regis – (Missionário haitiano da Congregação SantaCruz, teologia da Libertação e Assessor da Pastoral Afro na Região Episcopal Brasilândia em São Paulo há 5 anos, presidente da CHR – Conferência Haitiana dos Religiosos e já fez parte membro da Comissão Mista de Educação Estado Haitiano e Igreja)
• Abertura: Lutas sociais na América Latina hoje
- Prof. Dr. Adilson José Gonçalves (Historiador, crítico de arte e coordenador do Núcleo Thesis de Memória, Mídia e Cultura e integrante da PUC- SP, professor do Departamento de História, membro do Conselho editorial da revista “Projeto História”, do Programa de Pós Graduação de História e integrante da Associação dos Educadores Populares da América Latina e do Caribe)
- Firto Regis – (Missionário haitiano da Congregação Santa Cruz, teologia da Libertação e Assessor da Pastoral Afro na Região Episcopal Brasilândia em São Paulo há 5 anos, presidente da CHR – Conferência Haitiana dos Religiosos e já fez parte membro da Comissão Mista de Educação Estado Haitiano e Igreja)
- Alejandro Buenrostro – (escritor mexicano, ativista social e trabalhou por mais de 15 anos com indígenas Michuacán e Chiapas e fundador do Centro Xojobil – estudos indígenas mexicanos e zapatistas) e vai falar sobre Oaxaca.
- Victor Chirinos – deputado federal da Venezuela, e vice-presidente de Relações Internacionais do Parlamento Latinoamericano e do Grupo Parlamentário Venezuelano.
- Lavorio Seifas e Carmen Sáez – representantes venezuelanos do Parlamento Latinoamericano.
- Edgar Perez Rueda – membro do Congreso Bolivariano de los Pueblos.
- José Pereira – Coordenador Nacional do Círculo Bolivariano da Venezuela.
- Brígida Rodrigues – (fotógrafa, jornalista e membro do Comitê Pró-Haiti)
14/03/2007
• “Memória, flash e crítica” (sala 333)
- Antônio Rago – Professor Doutor de História da Faculdade de Ciências Sociais da PUC-SP e membro do Núcleo de Estudos de História, Trabalho, Ideologia e Poder da PUC-SP).
- Emília Viotti da Costa – Historiadora de referência acadêmica internacional, Professora Doutora da FFLCH na USP, aposentada pelo AI-5, professora de História da América Latina na Universidade de Yale, por 26 anos, estudiosa do tema da escravidão e autora da obra “Da Senzala à Colônia”
- João Peschansky – jornalista do Jornal Brasil de Fato que viajou ao Haiti e retratou a situação no país.
- Camille Chalmers – (Professor de Sociologia da Universidade de Porto Príncipe no Haiti e Membro do Papda – Plataforma para o Desenvolvimento Alternativo no Haiti)
- Daniel Zanini Filho (jornalista, diretor de Comunicação do Círculo Bolivariano de São Paulo e membro do Comitê Pró-Haiti).
19/03/2007
• “Vozes e Ecos: Vodu: religião, repressão e resistência” (sala 333)
- Jean Gardy Jean Pierre – seminarista haitiano há 14 anos no Brasil e estudante de Ciências da Religião na PUC–SP
- Mãe Sandra – mãe de santo pesquisadora da Cultura e Religiões brasileiras de matriz africana.
- Prof. Dr. Adílson José Gonçalves – (Idealizador do Núcleo Thesis de Memória, Mídia e Cultura e integrante do Departamento de História da PUC-SP).
- Profa. Dra. Vera Lúcia Vieira – do Departamento de História da PUC-SP e fundadora do Núcleo de Estudos da América Latina da PUC-SP.
20/03/2007
• “Fotografia, narrativa e mídia” (sala 333)
- Fabiano Maisonnave – jornalista da “Folha de São Paulo”
- Vidal Cavalcante - fotojornalista do jornal “O Estado de São Paulo”.
22/03/2007
• “Educação e Universidade” (sala 333)
Frei David (Educafro) – Coordenador do Programa de Educação para afro-descendentes e jovens de baixa renda em São Paulo.
Jean Molière Elarion– seminarista haitiano no Brasil há 5 anos, faz parte da Congressão Santa Cruz (Teologia da Libertação) e foi professor do ensino médio no Haiti.
Matilde Ribeiro – Ministra da Promoção da Igualdade Racial do Governo Federal do Brasil
Lúcia Skromov – semioticista, ativista social e membro do Comitê Pró-Haiti Brasil, vice-presidenta e embaixadora do Círculo Bolivariano e membro-fundadora do Comitê de Apoio às Lutas da América Latina
Stela Graciane – diretora do Núcleo de Trabalhos Comunitários da PUC-SP.
Ao longo dos dias 26 e 27 de março:
• Jornada “Latinidad y solidaridad”
Espetáculos de dança, folclore, artes do corpo, capoeira, música, roda de samba, ou seja, as expressões da cultura do corpo de matrizes africanas, mostrando as relações entre as culturas haitiana, latino-americana, africana e brasileira.
Apresentações de grupos folclóricos de música, dança, shows de hip-hop, rap e o pronunciamento de ativistas e órgãos oficiais que colocarão suas alternativas em colaboração aos núcleos de pesquisa da universidade envolvidos com as questões temáticas e políticas referentes aos temas expostos.
26/03/2007
(local a confirmar)
a partir das 09 horas da manhã
- Dança e Corpo, Espetáculo de Matriz Africana
- “Congada na África (Cabo Verde), Brasil e Haiti”
- Apresentação de grupos musicais e de dança.
- Prof. Dr. Sérgio Bairon (Historiador e Coordenador do Núcleo de Pesquisa em Hipermídia da PUC-SP) – fala da expressão folclórica da congada. Dança e música.
- Grupo Afro Dance da Brasilândia apresentando Dança Folclórica do Haiti sob a orientação do professor haitiano Firto Regis
a partir das 15 horas
Apresentação dos grupos:
- HIP-HOP da PUC
- HIP-HOP Lado Obscuro – músicos e representantes da movimento popular da comunidade de Heliópolis em São Paulo
E à noite, a partir das 19 horas...
• Ciclo de debates: (sala 239): Latinidad y solidaridad – Projetos e ações
Órgãos governamentais e não governamentais apresentam projetos de solidariedade em parceria com entidades haitianas)
- Prof. Dr. Adílson Gonçalves – Departamento de História da PUC- SP
- Lúcia Skromov – semioticista, ativista social e membro do Comitê Pró-Haiti Brasil, vice-presidenta e embaixadora do Círculo Bolivariano e membro-fundadora do Comitê de Apoio às Lutas da América Latina.
- Carlos Trejo – Cônsul Geral da República de Cuba em São Paulo, abordará as brigadas de saúde cubanas no Haiti.
- Liliana Zayas Diaz – educadora e ativista social, fundadora do Comitê Pró-Haiti em Rosário na Argentina.
- Wilson da Silva Maia - presidente do Círculo Bolivariano, coordenador do Movimento de Educação Popular e membro do Sintusp – planos de solidariedade da entidade e do governo venezuelano em relação ao Haiti.
• Encerramento
GRUPO CONFRONTATIONS DE REGGAE
27/03/2007
• Latinidad y solidaridad
a partir das 09 horas da manhã
local a confirmar
Grupo Cachoeira apresenta danças típicas do folclore brasileiro com a presença do Mestre Ananias.
Coletivo “Brechó Stêncil” da Unesp de Bauru: intervenção de moda, política e comportamento: projeções, desfiles e peças recicladas feitas, além de oficinas de criação.
a partir das 16 horas
- Grupo de Capoeira Angolanos do Novo Tempo – Contramestre Louvadeus de João Pequeno.
a partir das 18 horas
-- Segue a apresentação do Coletivo “Brechó Stencil” da Unesp de Bauru: intervenção de moda, política e comportamento: projeções, desfiles e peças recicladas feitas, além de oficinas de criação.
E à noite, a partir das 21:00 horas
• Abertura da última mesa de debates:
Leitura dramática do texto “Crianças do Haiti”, do repórter José Maria Mayrink de “O Estado de São Paulo” com interpretação de um dos maiores nomes do teatro brasileiro: Beatriz Tragteberg
• Latinidad y solidaridad - Apoio político internacional (sala 239)
- Luiz Gonzaga da Silva, Gegê – educador social, idealizador do Movimento dos Sem Teto, coordenador do MMC – Movimento pela Moradia no Centro, membro do Comitê Pró-Haiti Brasil.
- José Rainha e Diolinda Alves de Souza - líderes do MST (Movimento dos Sem Terra) da região do Pontal do Parapanema.
- Inmaculata Nervil - representante do Congreso de los Pueblos Capítulo Venezuela.
- Angelis Córdoba - coordenadora da Casa Cultural Haitiana na Venezuela
- Eladio Villanueva Saravia – Secretário Geral da CGT (Central Geral dos Trabalhadores) do Estado Espanhol desde abril de 2001, membro do Sindicato Federal Ferroviário, afiliado ao Sindicato de Transportes e Comunicações de Madrid.
Encerramento da noite:
Roda de Samba - Garoa do Recôncavo, com Mestre Minhoca, integrantes Sem Vintém e convidados.
e até o dia 31 de Março
• O Haiti na PUC-SP: Personagens típicos e cultura universitária
Ocupação de espaços nobres da universidade com personagens típicos da comunidade rural e urbana do Haiti, a partir de bonecos com trajes usuais no cotidiano e em situações especiais. Bonecos/esculturas produzidos pela artista plática Patrícia Bravin e pelo Comitê contando com simpatizantes dos movimentos de libertação e estudos sobre a América Latina, que comporão o núcleo básico do acervo permanente da Casa das Américas.
COORDENAÇÃO DO EVENTO:
Comitê Pró-Haiti do Brasil
Núcleo Thesis – Estudos da Cultura, Memória e Mídia da PUC São Paulo
Responsável: Prof. Dr. Adilson José Gonçalves – Departamento de História da Faculdade de Ciências Sociais da PUC-SP.
APOIO: Apropuc, Assessoria Institucional de Comunicação da PUCSP, Grupo Cachoeira, Angoleiros do Novo Tempo, Rappers Lado Obscuro, Submundo Racional, Reggae Confrontation, Universidade Palmares, Educafro, Centro de Estudos da América Latina, Ajapuc, Consulados de países da América Latina, Pastoral Afro, Museu da Cultura, Núcleo de Hipermídia da PUCSP, NTC da PUC e Reitoria da PUC-SP
PARA LULA, LATIFUNDISTAS AHORA SON 'HEROES'
Según el ex socialista, "los usineros de caña, que hace diez años eran cómo si fueran los bandidos del agronegocio, ahora se vuelven héroes nacionales y mundiales, porque todo el mundo está mirando al alcohol. ¿Y porqué? Porque tienen políticas serias".
Desde la visita de Bush a Brasil, el favor de Lula y del gobierno brasileño a los usineros queda cada vez más claro.





